Oi! Voltei! E hoje vou escrever um monte…

Eu ando reparando que um certo sentimento vêm tomando conta de muitos gamers brasileiros: é um otimismo que os levam a acreditar que logo logo o Brasil vai entrar para o mapa dos grandes mercados de vídeo games do mundo.

Estúdio da Ubisoft na Alameda Santos, presença oficial da Microsoft por aqui, Reggie Fils-Aimé dizendo que a América Lat(r)ina é um mercado importante e que o Brasil poderia liderar a região e blá blá blá…

Ó, desculpa aí, mas a verdade é que o Brasil vai continuar sendo essa bostona de país pra quem gosta de games por um boooom tempo. Isso acontece porque, por mais que as empresas tenham a boa intenção de nos separar do nosso rico dinheirinho, a verdade é que tem um monte de gente jogando contra…

Clica no link aí embaixo pra ler sobre o primeiro vilão da história (os outros dois virão nos próximos posts).

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… escrever pra ninguém. Mas eu persistirei! :-D

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Existe um certo grupo de pessoas que parece se sentir culpada por jogar vídeo games. Como a percepção do público em geral é de que esta é uma atividade anti-intelectual, uma das justificativas daqueles que se preocupam com o que os outros pensam é de que vídeo games são mais do que simples entretenimento: vídeo games são arte.

Desde que alguém inventou essa história isso é discutido em blogs, fóruns e outros locais onde pessoas que não têm muito o que fazer se reúnem. Até o Roger Ebert, aquele crítico de cinema chato, resolveu dar a opinião dele: games não são arte.

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Agora é meia-noite aqui e depois de uma semana eu finalmente estou escrevendo o primeiro post deste blog.

Basicamente foi o tempo de registrar um domínio, instalar o Word Press, achar um template adequado e customizá-lo (porcamente) e escrever uma coisinha ou outra. Mas eu não lancei o blog antes por um outro motivo também: muito do tempo que eu poderia ter usado para terminar estas páginas eu passei jogando.

Hoje, uma pessoa com seus 35 anos - atual idade média dos gamers - é muito ocupada: trabalho, filhos, esposa/marido… o tempo que sobra para “se curtir”, como diria @vitorfasano, é muito pouco.

Como é triste entrar no Xbox Live e ouvir algum jogador com uma criança chorando ao fundo. Eu sempre imagino um bebê abandonado com um cara vidrado na tevê, de costas para o filho. Muita gente fala de equilíbrio entre vida pessoal e profissional, mas não esqueçamos do equilíbrio vida gamistica e familiar! :-)

No final das contas, descontando trabalho, família, sono e outros passatempos, quanto te sobra pra jogar? Pouco, imagino. É por isso que eu só jogo o que realmente interessa… quem me dera ter tempo para dedicar aos jogos medíocres, como quando eu era criança.

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